terça-feira, 11 de junho de 2013

torta *-*

 bem o nome do blog e geo torta= geografia+torta , eu vou dar uma receita de uma torta de limão para vocês.


Massa:
  • 1 xícara de trigo
  • 1 ovo batido
  • 1 colher de sopa de açucar
  • 1 colher de sopa de fermento em pó
  • 100 g margarina
Recheio:
  • 2 latas de leite condensado
  • Suco de 7 limões
  • 1 colher de chá de amido de milho
  • Raspas de limão
  • 1/2 pacotinho de gelatina sem sabor dissolvido em banho-maria
Cobertura:
  • 4 claras batidas em neve
  • 4 colheres de açúcar

terça-feira, 4 de junho de 2013

propagandas enganosas




Olá estou trabalhando na aula de geografia, e estamos discutindo com propaganda enganosa  há um exemplo disso, a câmera digital TEKPIX, que diz que é a filmadora mais vendida do brasil

terça-feira, 21 de maio de 2013


Charges contra e a favor do MST


O Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) é um dos mais importantes movimentos sociais do Brasil, tendo como foco as questões do trabalhador do campo, principalmente no tocante à luta pela reforma agrária brasileira. Como se sabe, no Brasil prevaleceu historicamente uma desigualdade do acesso a terra, consequência direta de uma organização social patrimonialista e patriarcalista ao longo de séculos, predominando o grande latifúndio como sinônimo de poder. Desta forma, dada a concentração fundiária, as camadas menos favorecidas como escravos, ex-escravos ou homens livres de classes menos abastadas teriam maiores dificuldades à posse da terra.
Assim, do Brasil colonial da monocultura a este do agronegócio em pleno século XXI, o que prevalece é a concentração fundiária, o que traz à tona a necessidade da discussão e da luta política como a encabeçada pelo MST.

Charges:
Charge a favor do MST.











Charge contra o MST.










Comentário:Eu Pedro Montenegro realmente acho que os agricultores sem terras estão certos por que não tem sentido tem uma terra e não usar quando há agricultores sem terra com muito interesse em utilizar a terra para cultivo. Eu sou totalmente a favor dos mst. as vacas que morram !
  

sexta-feira, 19 de abril de 2013

O Filme ''O caminho das nuvens''


Resumo do Filme: desempregado e com a mulher e cinco filhos para cuidar, o caminhoneiro Romão (Wagner Moura) toma uma atitude desesperada. Assim como tantos outros nordestinos, vai tentar a vida no Sudeste, levando a família toda, e de bicicleta. Tudo para conseguir um emprego que lhe pague mil reais por mês. Durante seis meses, ele atravessa cinco Estados brasileiros, da Paraíba até o Rio de Janeiro, em busca de uma vida digna. No caminho, eles fazem de tudo, de lavar carros a cantar músicas de Roberto Carlos, para conseguir o dinheiro necessário para completar a viagem. 

O Caminho das Nuvens é inspirado na história real de Cícero Ferreira dos Santos, que hoje tem 35 anos e vende sucata no Ceará, depois de ficar no Rio de Janeiro apenas por nove meses. Vicente Amorim, diretor do longa, descobriu a história de Cícero em 1998, e o roteirista David França Mendes passou três meses entrevistou o migrante e sua mulher. Mendes e Amorim já haviam dividido a direção no documentário 2000 Nordestes, filmado enquanto a equipe de O Caminho das Nuvens refazia o itinerário de Cícero. O filme tem as participações de Ravi Ramos Lacerda (de Abril Despedaçado) e Sidney Magal, interpretando o malandro Panamá. 

A relação com a nossa  aula de geografia é do êxodo rural que pessoas do nordeste com condições precárias para a sobrevivência sai de seu lugar de origem e vai a procura de um lugar com melhor qualidade de vida e nessa viagem eles vão de bicicleta até o Rio de Janeiro numa distancia de mais de 3000 km.

quinta-feira, 21 de março de 2013

O Brasil e Suas Cores






População declaradamente preta e parda tem menos escolaridade e um rendimento médio equivalente à metade do recebido pela população branca, na média das seis regiões metropolitanas investigadas pela Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE. Já a taxa de desocupação dos pretos e pardos (11,8%) é superior à dos brancos (8,6%).
Em setembro de 2006, a população declaradamente preta ou parda representava 42,8% das 39,8 milhões de pessoas com 10 anos ou mais de idade nas seis regiões metropolitanas investigadas pela Pesquisa Mensal de Emprego (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Porto Alegre). A PME segue o sistema de classificação de cor ou raça adotado pelas pesquisas domiciliares do IBGE, no qual o informante escolhe uma entre cinco opções: brancapreta,pardaamarela ou indígena.








Em setembro de 2006, entre os empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (que têm maior proteção legal e melhores remunerações), 59,7% eram brancos e 39,8% pretos pardos. A maior participação debrancos nesta categoria se justifica pela sua grande presença nas regiões metropolitanas com forte participação do emprego formal (São Paulo e Porto Alegre) onde, respectivamente, 44,9% e 44,2%, da população ocupada têm carteira de trabalho assinada. Salvador e Recife têm grande participação de pretos e pardos e participações de emprego formal relativamente menores: 35,2% e 32,1%, respectivamente.
A população branca também era maioria entre os empregados sem carteira assinada (54,5%) e os trabalhadores por conta própria (55,0%), mas os pretos e pardos correspondiam a 57,8% dos trabalhadores domésticos.
As regiões majoritariamente brancas, os trabalhadores brancos eram maioria em todas as categorias de ocupação, assim como nas regiões com maioria de pretos e pardos. Mesmo assim, os pretos e pardos predominavam entre os trabalhadores domésticos.
Fonte : IBGE

fonte: folha de são paulo




Dados divulgados nesta quinta-feira (29) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontam que a expectativa de vida do brasileiro atingiu 74,08 anos (74 anos e 29 dias) em 2011, um aumento de 0,31 anos (3 meses e 22 dias) em comparação a 2010 e de 3,65 (três anos, sete meses e 24 dias) em relação a 2000.
Assim, em 11 anos, a esperança de vida ao nascer no Brasil, teve um aumento anual de, em média, em 3 meses e 29 dias. Nessa última década, o aumento da expectativa de vida foi maior para os homens, com  5 meses e 23 dias a mais de vida do que as mulheres.

Mesmo assim, em 2011 um recém-nascido homem esperaria viver 70,6 anos, ao passo que as mulheres viveriam 77,7 anos.

"A mortalidade masculina sempre foi maior que a feminina. Essa redução se deve a uma queda da mortalidade masculina por violência, que é na faixa de adultos jovens, entre 25 e 30 anos", disse Fernando Albuquerque, gerente da Coordenação de População e Indicadores Sociais.

A expectativa de vida é usada para medir a qualidade de vida da população e vem sendo usada pela Previdência Social como um dos parâmetros do fator previdenciário, para calcular as aposentadorias.

2011 registra queda na mortalidade infantil
A taxa de mortalidade infantil (até um ano de idade) em 2011 ficou em 16,1 para cada mil nascidos vivos (contra 19,4 óbitos para cada mil nascidos vivos em 2010) e a taxa de mortalidade na infância (até cinco anos de idade), em 18,7 por mil. Esta última, alcançando a meta estipulada para o quarto Objetivo de Desenvolvimento do Milênio (ODM) para 2015, de 19,9 por mil.

Nos domicílios com rede geral de esgoto a taxa de mortalidade infantil foi de 14,6 óbitos para cada mil nascidos vivos e a taxa de mortalidade na infância, de 16,8 óbitos para cada mil nascidos vivos, ambas abaixo das médias nacionais. Nos domicílios com esgotamento por vala, essas taxas subiram para 21,0 por mil e 24,8 por mil, respectivamente.

Com o resultado de 2011, queda na taxa de mortalidade infantil no período de 1980/2011 foi de 76,7%. O mesmo comportamento foi observado na taxa de mortalidade da infância, representando redução de 49% em relação ao ano de 2000, cujo valor foi de 36,6 por mil.

Fonte : IBGE







A taxa de fecundidade – número médio de filhos que uma mulher teria dentro do seu período fértil – das brasileiras caiu entre 2000 e 2010, principalmente nos grupos etários mais jovens, segundo dados do Censo Demográfico de 2010, divulgados nesta quarta-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Conforme o levantamento, as mulheres com maior grau de instrução e renda também têm menos filhos.
Segundo o IBGE, a queda da fecundidade ocorreu em todas as faixas etárias. Houve, no entanto, uma mudança na tendência de concentração da fecundidade entre jovens de 15 a 24 anos, observada nos censos de 1991 e 2000. As mulheres, de acordo com dados de 2010, estão tendo filhos com idades um pouco mais avançadas.
"Essa mudança recente se deu principalmente em função da mudança no comportamento reprodutivo das mulheres residentes em áreas urbanas", diz o IBGE.
Os números mostram que a taxa de fecundidade brasileira caiu de 6,16, em 1940, para 1,9, entre 2000 e 2010. Para a população continuar crescendo, o nível mínimo, chamado de reposição, é de 2,1. No país, apenas a região Norte, com 2,47, está acima da média.Conforme o IBGE, a redução dos níveis de fecundidade nos últimos 50 anos foi a principal razão para a queda do ritmo de crescimento da população, que chegou a aumentar cerca de 3% ao ano na década de 1950.
O percentual passou a 1,17% na última década e provocou a alteração da pirâmide etária brasileira, com aumento proporcional de idosos e diminuição de crianças.
Na análise da fecundidade por cor ou raça, o Censo revelou que as maiores quedas percentuais ocorreram entre as mulheres pretas no Nordeste (29,1%), Norte (27,8%) e Sul (25,3%).
Os padrões de fecundidade das mulheres pretas, pardas e indígenas têm estrutura mais jovem, até 24 anos, diz o IBGE. Entre as brancas, há maior concentração no grupo de 25 a 29 anos e entre 30 e 34 anos. Para as mulheres com mais de 40 anos, a fecundidade indígena é sempre maior que a dos demais grupos, segundo o instituto.
fonte: IBGE


Densidade Geografica Do Brasil:

Fonte: Google Imagens

Feito Por Athos Garcia e Pedro Montenegro